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Palavra do Pastor

Jó 3:25 - "Porque o que eu temia me veio e o que eu receava me aconteceu."

ESTÁ FALTANDO COELHO NAS NOSSAS IGREJAS?
 
Você sabe como acabar com uma briga de cachorros?
 
Se você já viu uma de cachorros, sabe do que eu estou falando. É assustadora. Pastor EdsonMuito latido, grunhido, mordidas e sangue. Se jogar água, eles se afastam por alguns instantes e logo recomeçam. Se começar a dar pauladas bater aleatoriamente, corre-se o risco de acertar e machucar qualquer um dos cães, quase sempre o menos ágil ou o mais fraco, ou os todos. O que fazer, então?
 
O segredo é: Solte um coelho perto da briga. Você verá que todos os cães deixarão de brigar e correrão atrás do coelho. Não precisa ficar com pena do coelho, porque dificilmente conseguirão alcança-lo.
 
Há uma lição interessante nesta experiência. Um foco comum acaba com qualquer desavença entre os membros de um grupo. Parece que a falta de foco concentrado leva, os que já têm uma tendência a desagregação, a colocar em prática sua busca por pelos em ovo, ou chifres na cabeça de cavalo. Alguns, até, asseguram tê-los encontrado. Discutem entre si por nada, apenas porque não têm algo mais útil a fazer.
 
Quando todos olham para a mesma direção, têm os mesmos objetivos, buscam as mesmas metas, o trabalho ocupa o corpo e a mente, as energias são consumidas positivamente e as pessoas são agregadas.
Consequencia direta? não sobra tempo para essas bobagens.
Neste aspecto, a igreja não é diferente das outras organizações.
Encontramos muitos membros gastando tempo e enrgia em desavenças entre si. Alguém dirá: é por falta de objetivos comuns. Não deixa de ter razão quem assim argumenta. O fato é que os objetivos, na maioria das vezes, estão diante de nós. Se pensarmos na nossa igreja. Nossa Declaração de Visão e Missão descreve existimos para ganhar pessoas para Cristo, discípula-las, integrá-las para que cresçam espiritualmente até se que tornem crentes maduros e que ganhem outras pessoas. Se não existisse uma Declaração escrita, mesmo assim, as palavras de Jesus seriam nosso norte.
 
Quando se perde o foco, começa-se a olhar para todos os lados à procura de algo com que se preocupar. Isso retarda a obra, distancia do objetivo e propicia brigas. O problema é que, às vezes, trata-se de briga de cachorro grande e ninguém tem coragem de tentar separar. Para esses casos, então, o mais ou o único recurso indicado é o “fator coelho”. Se olharem para um objetivo comum, a energia não será desperdiçada com discussões internas.
 
Quero encorajá-lo a, se perceber que há perto de você alguém mais preocupado com picuinhas na igreja, procurando defeitos nas coisas ou nas pessoas, falando mal da vida de alguém, torcendo para que dê errado o que ele disse que daria, mesmo que isso prejudique a igreja, solte um coelho perto dele. O coelho da evangelização, ou do discipulado, ou da restauração dos fracos espiritualmente, ou da ajuda aos necessitados. Se ele for um cão de raça mesmo, largará tudo com o que estiver brigando e correrá atrás do coelho. Se, no entanto, for um cão vira-latas, aí, meu irmão só Deus!
 
O que movia a vida do apóstolo Paulo era seu foco permanente. Em meio à bajulações, ele não perdia o foco. Em meio a críticas, ele não perdia o foco. Quando era torturado, ele não perdia o foco. E aconselha os Filipenses a estarem unidos em torno de um mesmo foco.
 
Não estou querendo dizer que já consegui tudo o que quero ou que já fiquei perfeito, mas continuo a correr para conquistar o prêmio, pois para isso já fui conquistado por Cristo Jesus.
É claro, irmãos, que eu não penso que já consegui isso. Porém uma coisa eu faço: esqueço aquilo que fica para trás e avanço para o que está na minha frente.
Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória. Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus.
Todos nós que somos espiritualmente maduros devemos ter essa maneira de pensar. Porém, se alguns de vocês pensam de maneira diferente, Deus vai tornar as coisas claras para vocês.
Portanto, vamos em frente, na mesma direção que temos seguido até agora. (Fp. 3.12 – 16)
 
Pastor Edson Assis de Azevedo.
 
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